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Um Rizzo para o Cerrado - Principais Animais do Cerrado Brasileiro - Rizzo Imobiliária - Goiânia

O cerrado brasileiro, que compreende os estados de Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Piauí, abriga mais de 2.500 espécies de animais. Esta fauna é rica em espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e insetos, alguns mais e outros menos conhecidos, mas todos de beleza única e que equilibram perfeitamente o segundo maior bioma do Brasil.

Confirma alguns dos mais famosos e exóticos representantes da fauna de nosso cerrado:

  • Anta – Esta espécie é considerada como o maior mamífero terrestre da América do Sul. Muito semelhante a um porco, mas com o focinho mais pontiagudo, este animal pode chegar a 300 quilos. Excelente nadadora, a anta é encontrada sempre próxima a rios, onde se esconde de seus predadores. De hábitos herbívoros e vítima da caça predatória, esta espécie é considerada passível de extinção.
  • Tamanduá-bandeira - Um dos mais belos e exóticos animais de nossa fauna, também corre risco de extinção. O tamanduá-bandeira, com sua exuberante cauda tem sido vítima da perda de seu habitat e de atropelamentos. Seus hábitos alimentares incluem pequenos insetos, que ele caça solitário ao longo do dia. Suas garras amedrontam, mas o animal não possui dentes, apenas um longo focinho que suga seu alimento que logo é engolido sem esforço.
  • Onça-pintada – O maior felino das Américas e o terceiro maior do mundo é a união perfeita entre beleza e exuberância. É um animal carnívoro, de caça solitária e que chega a pesar 150 quilos em até 1,80 metros de comprimento. Muito temida pelos humanos, ela só ataca em situações em que se sinta ameaçada e procura áreas habitadas apenas quando há falta de alimentos como pequenos mamíferos, peixes, aves e répteis.
  • Veado-campeiro – Muito conhecido por seus chifres ramificados e por ser facilmente avistados em áreas abertas e em pequenos bandos. De hábitos noturnos, este belo animal está ameaçado pelo avanço do desmatamento e por doenças transmitidas por animais domésticos. Apesar de avistados com mais frequência, sua sobrevivência só está garantida pelas unidades de conservação, pois é uma espécie altamente ameaçada de extinção. Ah! E os chifres ramificados são exclusividade dos machos, que os trocam uma vez ao ano.
  • Ariranha – Uma curiosa espécie que nada para trás, a ariranha tem sua alimentação baseada em peixes e por isso vive nadando ou às margens dos rios. É uma espécie ameaçada de extinção graças à caça, contaminação dos rios e atividades agrícolas nas regiões de sua incidência. É um animal de vida longa, podendo viver até 20 anos; vive em grandes grupos e é facilmente avistado na região do rio Araguaia.
  • Seriema – Muito conhecida com “sariema”, esta imponente ave de pernas, caudas e pernas longas e um topete inconfundível, pode assustar com seu canto muito parecido com gritos e longas risadas e que chega a ser ouvido há 01 km de distância.
  • Capivara – A maior espécie de mamífero roedor do mundo também tem sua carne muito apreciada por caçadores ilegais. Pode ser encontrada em toda América do Sul, ás margens de rios, lagos e pântanos. É um animal facilmente adaptável a ambientes alterados. São tranquilas e podem viver até 12 anos, quando em condições de cativeiro.
  • Tatu-canastra – Também conhecido com o tatu-carreta, tatuaçu e tatu gigante está com alto risco de extinção. Este é o maior tatu do mundo. Cavadores sagazes, eles se alimentam de insetos, larvas, vermes, aranhas e cobras, mas são muito temidos em pequenas plantações por prejudicarem algumas lavouras com suas escavações. Passam muito tempo em suas tocas como uma alternativa para as altas temperaturas.
  • Lobo-guará – Este é o maior canídeo da América do Sul (mamíferos carnívoros) e possui uma elegante pelagem laranja avermelhado. Muito parecido com um lobo, é um animal inofensivo, solitário e um símbolo da luta pela preservação do bioma. Vive em ambientes abertos, com vegetação rasteira, onde pode se alimentar de pequenos animais e de frutos como a lobeira, que recebeu este nome em homenagem ao lobo-guará que se utiliza deste fruto como uma importante parte de sua alimentação.

Entre na luta pela preservação de nossas espécies. O cerrado agradece.

E para saber mais sobre nosso cerrado, leia também em nosso Blog em Um Rizzo para o Cerrado: Espécies e Flores do Cerrado e Pequi – Ouro do Cerrado.


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